quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tilt-Shit

O efeito óptico de miniatura criado com uma objetiva tradicional é conhecido como tilt-shift. Porém, que tal poupar o custo de uma nova objetiva imitando esse efeito no Photoshop? Cenas surreais de miniatura podem ser criadas facilmente no programa e é possível obter resultados incríveis com fotos que você provavelmente tem em casa.
A imagem inicial é a parte mais importante na criação deste efeito. É preciso trabalhar com um bom ângulo – as vistas aéreas são as melhores, mas não são simples de conseguir habitualmente. Um ângulo leve também funcionará bem. O espectador precisa estar olhando para dentro da cena para acreditar nela; quanto mais alto o ponto de vista, melhor.
Acabei de produzir estas fotos, como minha primeira experiencia ainda precisa ser aprimorada, mas com o treinamento e as fotos adequadas sei que a precisão será alcançada.
Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fernanda Vasconcellos sem umbigo

É inegável que o photoshop, e outros programas de edição de imagem e video é de grande ajuda após o advento do formato digital de imagem, não sou contra os avanços tecnologicos, mas alguns exageros estão sendo observados, no video abaixo, simplismente sumiram com o umbigo da atriz Fernanda Vasconcellos, não é a primeira vez que tais absurdos aparecem. Até mesmo capas de revistas famosas, ja foram cometidos algumas gafes.É certo que a publicidade busca a imagem perfeita para se vender um produto, mas tambem precisa-se observar algumas regras básicas, para que não haja exageros, onde a falta do umbigo apareceu muito mais que o produto divulgado.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Alexandre Keese - recorte de Cabelo Photoshop CS5

Olá, 2011 já começou e depois de alguns dias redefinindo meus planos para este ano, venho fazer minha primeira postagem, para quem aprecia o photoshop, que depois do advento da fotografia digital tornou-se necessário. Em minhas pesquisas pela internet, descobri este video de Alexandre Keese, que achei muito interessante, principalmente porque recorte de cabelo no photoshop, é uma das tarefas mais difíceis.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quem inventou a fotografia?

Muitos devem se perguntar como surgiu ou quem inventou a fotografia... A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício.

Em 1525 já se conhecia o escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela exposição à luz do Sol. Até então, se conhecia o processo de escurecimento e de formação da imagens efêmeras sobre uma película dos referidos sais, porém havia o problema da interrupção do processo. Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, conseguiu uma projeção e uma imagem com uma duração de tempo maior, porém não conseguiu detectar o porquê do aumento do tempo. Continuando suas experiências, Schulze colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata, examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela luz solar tornou-se de coloração violeta escura. Notou também, que o restante da mistura continuava com a cor esbranquiçada original. Sacudindo a garrafa, observou o desaparecimento do violeta. Continuando, colocou papel carbono no frasco e o expôs ao sol, depois de certo tempo, ao remover os carbonos, observou delineados pelos sedimentos escurecidos padrões esbranquiçados, que eram as silhuetas em negativo das tiras opacas do papel. Schulze estava em dúvida se a alteração era devida à luz do sol, ou ao calor. Para confirmar se era pelo calor, refez a mesma experiência dentro de um forno, percebendo que não houve alteração. Concluiu então, que era a presença da luz que provocava a mudança. Continuando suas experiências, acabou por constatar que a luz de seu quarto era suficientemente forte para escurecer as silhuetas no mesmo tom dos sedimentos que as delineavam.O químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devida à ação da luz.

Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à energia das ondas de luz. Porém, o francês Joseph-Nicéphore Niépce o fisionotraço e a litografia. Em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base metálica. A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce, encontra-se preservada até hoje. Esta descoberta se deu quando o francês pesquisava um método automático para copiar desenho e traço nas pedras de litografia. Ele sabia que alguns tipos de asfalto entre eles o betume da judéia endurecem quando expostos à luz. Para realizar seu experimento, dissolveu em óleo de lavanda o asfalto, cobrindo com esta mistura uma placa de peltre (liga de antimônio, estanho, cobre e chumbo). Colocou em cima da superfície preparada uma ilustração a traço banhada em óleo com a finalidade de ficar translúcida. Expôs ao sol este endureceu o asfalto em todas as áreas transparentes do desenho que permitiram à luz atingir a chapa, porém nas partes protegidas, o revestimento continuou solúvel. Niépce lavou a chapa com óleo de lavanda removendo o betume. Depois imergiu a chapa em ácido, este penetrou nas áreas em que o betume foi removido e as corroeu. Formando desta forma uma imagem que poderia ser usada para reprodução de outras cópias.

Frederick Scott Archer inventou em 1851 a emulsão de colódio úmida. Era uma solução de piroxilina em éter e álcool, adicionava um iodeto solúvel, com certa quantidade de brometo, e cobria uma placa de vidro com o preparado. Na câmara escura, o colódio iodizado, imerso em banho de prata, formava iodeto de prata com excesso de nitrato. Ainda úmida, a placa era exposta à luz na câmara, revelada por imersão em pirogalol com ácido acético e fixada com tiossulfato de sódio. Em 1864, o processo foi aperfeiçoado e passou-se a produzir uma emulsão seca de brometo de prata em colódio. Em 1871, Richard Leach Maddox fabricou as primeiras placas secas com gelatina em lugar de colódio. Em 1874, as emulsões passaram a ser lavadas em água corrente, para eliminar sais residuais e preservar as placas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fotográfo precisará de Diploma para atuar na profissão



Fonte: Márcio Neves
Blog Além do Olhar


A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (8) o Projeto de Lei 5187/09, do deputado Severiano Alves (PMDB-BA), que regulamenta a profissão de fotógrafo. O texto define a profissão, determina quem estará qualificado para exercê-la e discrimina as atividades que se enquadram no campo de atuação do fotógrafo profissional.

A relatora, deputada Manuela D'ávila (PCdoB-RS), foi favorável à proposta. "O exercício da atividade deve ser regulamentado, reconhecido, portanto, pelo Estado, que deve impor condições para o exercício profissional do fotógrafo", disse.


A deputada apresentou emenda ao projeto, para assegurar aos fotógrafos empregados o pagamento de adicional de insalubridade. "A atividade é exercida em contato com elementos insalubres, que podem vir a prejudicar a saúde do trabalhador", argumentou. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.253/43) prevê pagamento de adicional de 40%, 20% ou 10% do salário mínimo da região, conforme classificação do Ministério do Trabalho em graus máximo, médio e mínimo de condições insalubres de trabalho.

Definições: Segundo o projeto, a atividade de fotógrafo profissional é caracterizada pelo registro, processamento e acabamento final de imagens estáticas ou dinâmicas em material fotossensível.

Poderão ser fotógrafos profissionais os diplomados por escolas de nível superior em fotografia no Brasil, desde que devidamente reconhecida; ou no exterior, desde que os diplomas sejam revalidados no Brasil, na forma da legislação vigente.

Os fotógrafos sem diploma que, à data da promulgação da nova lei, estiverem exercendo a profissão por, no mínimo, dois anos consecutivos ou quatro anos intercalados, também poderão ter reconhecida sua condição de fotógrafos profissionais, mediante comprovação de sua atividade.

Atividades: De acordo com o projeto, a atividade profissional de fotógrafo compreende:

- a fotografia realizada por empresa especializada, inclusive em serviços externos; - a fotografia produzida para ensino técnico e científico;
- a fotografia produzida para efeitos industriais, comerciais e de pesquisa;
- a fotografia produzida para publicidade, divulgação e informação ao público;
- a fotografia na medicina;
- o ensino de fotografia;
- a fotografia em outros serviços correlatos.

Tramitação: O projeto, de caráter conclusivo Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Íntegra da proposta: PL-5187/2009
Fonte: Academia Brasileira de Direito.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Composição, arte e técnica

Regras e Padrões de Equilíbrio e Harmonia
Composição refere-se a colocação ou distribuição dos elementos que conformam a superfície do quadro.uma fotografia, de uma forma perfeita e equilibrada.
Seja qual for o estilo artístico e técnico a que pertence uma obra, a técnica de execução da mesma ou a vertente artística do autor, todas elas têm em comum certos elementos como: linhas, tons, cor, luz, sombras, etc.

É a correta e equilibrada organização desses elementos sejam eles objetos ou espaços vazios, seguindo certos padrões e princípios, o que denominamos composição. Poderíamos dividir a composição em dois tipos básicos: clássica e livre.

Composição Clássica
Consiste em elementos estáticos procurando o seu equilíbrio através das linhas de simetria. (fotos com simetria. Ex: edifícios com linhas simétricas)

Composição Livre
Supõe uma ruptura do equilíbrio estático das obras (Ex: edifícios com linhas simétricas “quebradas” por algum elemento.que desvie o olhar para fora da simetria).

O principal ponto a considerar ao compor uma foto é definir se os elementos que a conformam serão realistas ou não e a seguir, procurar fazer um conjunto harmonioso de tons, texturas e cores, colocando os objetos em diferentes planos de forma a obter o efeito de profundidade e jogar com todos esses elementos seguindo certas regras e padrões a fim de obter um peso visual harmonioso e equilibrado.

Os elementos cásicos dentro de uma composição são:
O ponto, a linha, o contorno e a forma, a textura, o tom, a cor, a luz. (Tiramos esses exemplos da pintura, que antecede em milhares de anos a fotografia).

O equilíbrio na composição
Todos os elementos que conformam uma composição, devem ser colocados de maneira que se relacionem entre eles, e dentro do conjunto criando ritmos, tensões, direções. Para obter o equilíbrio numa composição há vários atributos que devem ser conseguidos com sucesso, O ritmo, o peso, a tensão, a direção, o tamanho ,o ponto de vista e a proporção.

Harmonia na Composição
Harmonia pode ser consequência da correta aplicação que padrões que aplicados a fotografia de forma correta fará dela uma pintura, uma obra de arte. (UM QUADRO)

- Equilíbrio simétrico ou assimétrico, aplicação da regra dos terços, movimento sugerido, ênfases, unidade, repetição, escala e contraste. Tudo isso se aplicado corretamente,dentro das luzes e sombras,com certeza a conseqüência será uma bela fotografia



Os princípios gerais da composição
De uma forma geral podemos dizer que há certos princípios que definem:
- Cada obra(fotografia) é um conjunto de elementos que conformam uma unidade.
- Cada elemento tem um valor.
- O valor de cada elemento depende da sua força de atração.
- Um elemento perto da borda é mais atraente.
- Cada seção da fotografia tem um poder de atração.
- E cada seção tem um peso visual.
- Um elemento num espaço vazio tem mais força quando colocado junto a outros elementos.
- Um elemento preto num espaço branco tem muita mais força.
- O valor do branco ou do preto é proporcional ao tamanho do espaço que faz contraste com ele.
-Um elemento em primeiro plano tem menos peso que o mesmo elemento colocado á distancia. (2º Plano )
- Dois ou mais elementos associados podem ser reconhecidos como um.


Nesta breve introdução ao tema, enumeramos os elementos básicos de uma composição, as regras do equilíbrio e a harmonia e certos princípios gerais,que podem elucidar algumas dúvidas sobre composição, já que este tema é bastante extenso, por isso resolvi condensá-lo, para que não ficasse demasiadamente longo e cansativo.

“ A Luz não é culpada, se nossos olhos se recusam a recebe-la”. (Vercors)

Por: Ranieri Ribeiro

Conheça o trabalho criativo do fotográfo Pierre Beteille

O fotógrafo, diretor de arte, ilustrador, designer gráfico e webdesigner francês Pierre Beteille faz um trabalho inusitado e super curioso com as suas próprias fotos. Suas imagens são criativas – onde a melhor parte fica por conta da interatividade dele que começa com a retirada de uma simples fotografia, seguida da manipulação das imagens, dando movimento e ultrapassando os limites bidimensionais do papel.

Beteille é dono de uma vasta galeria de capas de games, sendo elas: Coletânea completa de “Tony Hawk”, alguns “Fifa” e as capas de alguns dos “Senhor dos Anéis”. Utilizando o Photoshop, e usando-se como modelo de seus trabalhos, ele consegue fazer manipulações digitais incríveis!














Vale a pena conhecer seu trabalho! (http://www.pierrebeteille.com/)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Bastidores do calendário 2011 da Pirelli revela magnetísmo do fotográfo com os modelos. Confira!



O Calendário 2011 da Pirelli é foi fotografado por Karl Lagerfeld que deu vida a “Mythology”, um calendário que reflete uma de suas paixões mais profundas, a das lendas e mitos da mitologia greco-romana, que conta a origem do homem e do mundo através das aventuras de deuses e deusas, heróis e heroínas. Em uma viagem ao passado, através da linguagem universal da fotografia, “Mythology” leva-nos de volta para as raízes da civilização clássica e reaproxima o Calendário Pirelli do Velho Continente onde, há quase 140 anos foram iniciadas as atividades de uma companhia que se tornou uma multinacional que hoje opera em mais de 160 Países.

O Calendário Pirelli 2011, agora em sua 38ª edição, foi apresentado à imprensa, aos convidados e aos colecionadores de todo o mundo em estréia mundial, na cidade de Moscou. A sede do evento foi o Teatro Stanislavsky e Nemirovich-Danchenko, prestigiado palco russo, onde ao longo de mais de 90 anos de história foram apresentadas óperas e balés que se tornaram parte do acervo artístico do País.

Depois da China imortalizada por Patrick Demarchelier na edição de 2008, de Botsuana clicado por Peter Beard em 2009, e do Brasil de Terry Richardson em 2010, ”The Cal” 2011 foi assinado pelo gênio criativo de Karl Lagerfeld, artista e figura polivalente e, principalmente, esteta celebrado no mundo inteiro.

Em seu estúdio parisiense, Karl Lagerfeld deu vida a “Mythology”, um calendário que reflete uma de suas paixões mais profundas, a das lendas e mitos da mitologia greco-romana, que conta a origem do homem e do mundo através das aventuras de deuses e deusas, heróis e heroínas. Em uma viagem ao passado, através da linguagem universal da fotografia, “Mythology” leva-nos de volta para as raízes da civilização clássica e reaproxima o Calendário Pirelli do Velho Continente onde, há quase 140 anos foram iniciadas as atividades de uma companhia que se tornou uma multinacional que hoje opera em mais de 160 Países.

Nas 36 imagens que constituem o Calendário 2011, são retratados 24 temas entre divindades, heróis e mitos. O olho de Lagerfeld propõe-nos fotos ‘esculpidas’ com rigor estético e referências constantes à arte da escultura e a seus cânones clássicos. Todas as fotografias são em preto e branco, opção esta que imprime personalidade às imagens, realça a beleza dos corpos mediante o grande contraste cromático e, através do uso sábio das luzes, proporciona tridimensionalidade às imagens.

“Atrizes e modelos encarnam os novos heróis e representam a nova ideia de beleza”, afirma Karl Lagerfeld, propondo-nos, uma representação ideal e imortal da beleza, através do Calendário Pirelli 2011. Beleza, juventude, culto corporal, desejo sem castigo, simbolizam a nova ideia de beleza e representam a modernidade da mitologia.

São 21 os protagonistas desta edição: quinze Top, cinco modelos masculinos e a atriz americana Julianne Moore. Entre os protagonistas destacam-se: as italianas Bianca Balti e Elisa Sednaoui, a dinamarquesa Freja Beha Erichsen, a brasileira Isabeli Fontana (já clicada no Calendário 2005 por Patrick Demarchelier e em 2009 por Peter Beard), as polonesas Magdalena Frackowiak e Anja Rubik, a australiana Abbey Lee Kershaw (que estreou no calendário 2010 de Terry Richardson), a indiana Lakshmi Menon, as norteamericanas Heidi Mount e Erin Wasson (que estreou no Calendário 2005 de Patrick Demarchelier), a russa Natasha Poly, a holandesa Lara Stone e a canadense Daria Werbowy (já escolhida por Peter Beard para o Calendário 2009), a austríaca Iris Strubegger e a jamaicana Jeneil Williams. As cinco presenças masculinas são os franceses Baptiste Giabiconi e Sebastian Jondeau, os norteamericanos Brad Kroenig e Garrett Neff e o inglês Jake Davis.

Confira algumas imagens:









sábado, 20 de novembro de 2010

Fotografia Profissional: as inúmeras áreas do conhecimento

Olá amigos,
Eu, felizmente, tenho fotografado bastante. Isso significa que, além de treinar as técnicas fotográficas, estou treinando minhas relações interpessoais (com os clientes) e minhas habilidades empreendedoras. Já pararam para pensar nisso? Na quantidade enorme de outras atividades que circundam a fotografia?
A gente descobre na marra, que temos que aprender sobre outras áreas. E com isso, os errinhos de trajeto são inevitáveis. O importante é aprender com eles.
Vivendo e aprendendo, não tem jeito. Cada erro que cometo, penso como uma oportunidade para crescer. “Na próxima, já sei como fazer.” Se alguém tivesse feito uma listinha assim como essa, minha vida seria bem mais fácil. Vamos abordar alguns assuntos que aprendi ao longo do tempo:

Área do conhecimento: Advocacia

Bom e velho contrato na mão: Amigos, amigos, negócios à parte. Não custa ser repetitiva. Façam um contrato em 100% dos trabalhos. Recentemente, caí na besteira de não oficializar trabalho com pessoas da minha família. Sem entrar em detalhes: dancei. É por isso que não canso de repetir o quanto esse dito cujo é importante.

Vou deixar a disposição de vocês, no final do post, um link para download de um modelo de contrato. Não é o que eu uso. Esse foi o professor de um curso de Fotografia de Eventos do Senac, que me mandou. Acho que pode ajudar algumas pessoas.

Área do conhecimento: Administração


Barganha: Quem é muito bonzinho (como eu, cof cof), acaba sofrendo com clientes barganhadores. Com o tempo, depois de perder muito dinheiro (isso mesmo!), você acaba aprendendo a lidar e a negociar sem que nenhuma das partes saia perdendo.Por exemplo, há não muito tempo atrás, eu caía na besteira de abaixar meus preços, caso isso garantisse que determinado cliente fechasse negócio comigo. Eles vinham com aquela conversa de “fulano faz mais barato” e eu, bem no estilo Casas Bahia, cobria o preço da suposta concorrência.

A dica é: Primeiro, não cair nessa. Segundo, oferecer opções para o seu cliente.

Se ele acha que não pode pagar este valor de uma só vez, facilite o pagamento. Evite dar descontos.

Caso seja inevitável, nunca combine desconto com pagamento facilitado. É um ou outro.

Outra coisa é acreditar no seu próprio trabalho. Quanto você acha que ele vale? Você deve mostrar para o seu cliente que seu trabalho vale aquilo que você está cobrando. Se ficar baixando o preço, é como se nem você acreditasse nisso.

Seguro de equipamentos fotográficos: Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. Sou mais uma dessas pessoas desligadas que até agora não providenciou um bom seguro para seus equipamentos. Nunca passei por nenhuma situação que tivesse que acionar o seguro (felizmente), mas eu não deveria esperar primeiro quebrar a cara, para depois correr atrás disso.

Nunca tive uma câmera ou lente roubada, mas talvez seja porque nunca expus muito meu equipamento. Isso quer dizer que, se eu tivesse feito o seguro, talvez eu tivesse bem mais fotos legais, uma vez que não teria medo de carregar as tralhas para determinados lugares.

Área do conhecimento: Publicidade/Marketing


Divulgação do material: Essa entra naquela outra discussão do “quem não é visto, não é lembrado”, do meu ultimo artigo. Todo mundo diz que devemos divulgar nosso trabalho, mas ninguém diz como isso deve ser feito.

A bem da verdade, se bem administrada, sua divulgação via internet faz grande parte do trabalho. Por isso que julgo importante investir em um site personalizadíssimo e ‘atacar’ [com parcimônia] as redes sociais.

É interessante deixar tudo acessível ao cliente. Seu telefone para contato, e-mail, endereço do seu estúdio – se for o caso – podem estar facilmente visíveis no seu perfil do linkedin, por exemplo. Ninguém quer ter trabalho de sair vasculhando por aí, até achar seu telefone escondido em um cantinho do seu site.

Algumas fotos disponibilizadas em álbuns do orkut ou facebook podem facilitar o acesso do cliente ao seu material.

Vale lembrar também, que você é a cara do seu negócio, então estar bem apresentável tanto na itnernet (por exemplo, postar fotos bêbado no seu facebook não é uma boa ideia), como pessoalmente, pode fazer a diferença.

Ufa, só nessas partes ultra-básicas da vida do fotógrafo, já vimos algumas áreas diferentes do conhecimento. Tenho certeza que deixei passar algumas. Que outras áreas vocês lembram ou já presenciaram? Quero ver os ‘testemunhos’ aí nos comentários hehe.

Um abração e até a próxima.

OBS: Acharam que eu esqueceria do link para download do contrato, né? Podem baixar aqui!

OBS 2: Texto extraido do site www.fotografia-dg.com, autor Huaíne Nunes

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A nova Nikon D7000: pronta para satisfazer a sua paixão




A Nikon lança a D7000, uma D-SLR que oferece excepcional qualidade de imagem, fiabilidade e desempenho reunidas num corpo resistente e portátil.

Jordi Brinkman, Gestor de produtos da Nikon Europe, afirma: “A excitante nova D7000 é a câmara imediata ideal para os possuidores de uma D-SLR que queiram satisfazer ainda mais a sua paixão pela fotografia com uma câmara que dispõe das funcionalidades mais avançadas, proporcionando poder criativo. Dispõe de um novo sensor de imagem, o EXPEED 2, sistema AF e sensor de medição para assegurar um grande desempenho num corpo altamente resistente. De facto, dispõe de tudo o que necessita na sua próxima SLR, mas num tamanho de que não estava à espera”.




Excepcional qualidade de imagem
A Nikon D7000 inclui uma gama de novas funcionalidades para assegurar uma qualidade de imagem superior, incluindo 16,2 megapixels efectivos com o recentemente desenvolvido sensor de imagem CMOS de formato DX da Nikon. Existe um novo motor de processamento de imagem, o EXPEED 2, que proporciona superior qualidade de imagem, processamento mais rápido e múltiplas funções com maior potência. E a sensibilidade ISO melhorada da D7000 (100-6400, extensível até 25600) assegura detalhes excepcionais com um mínimo de ruído ao captar motivos em rápido movimento ou em situações de luz insuficiente, mesmo sem o flash.

Fiabilidade extraordinária
O luminoso Visor pentaprisma em vidro da D7000, com uma cobertura de enquadramento de cerca de 100% e ampliação de 0,94x, proporciona-lhe a visualização e a focagem mais precisas de qualquer cena, e está sempre pronto quando trabalha com uma velocidade de obturador de 1/8000s, testada para 150 000 ciclos. Além disso, a câmara é protegida por tampas superior e traseira em liga de magnésio e dispõe de um isolamento resistente à poeira e à humidade, pelo que se encontra preparada mesmo para as situações mais exigentes.

No que diz respeito ao armazenamento, a D7000 também proporciona a máxima fiabilidade. As duas ranhuras para cartões de memória SD permitem uma capacidade de armazenamento superior e dão-lhe a liberdade de fazer a gestão das suas imagens e vídeos da forma que desejar, guardando-os em maior número, mantendo separados os diferentes formatos ou dispondo sempre de espaço para cópias de segurança quando precisar dele.




Desempenho melhorado
O recentemente desenvolvido sistema AF da D7000, que apresenta 39 pontos de focagem, incluindo 9 sensores de tipo cruzado no centro, dá-lhe a focagem mais nítida, seja qual for a posição do motivo no enquadramento. E com o novo sensor de medição RGB de 2016 pixels da Nikon para melhorar a eficácia do Sistema de reconhecimento de cenas, juntamente com a capacidade de disparo Contínuo a alta velocidade a 6FPS, pode ter a certeza de captar sempre imagens incrivelmente precisas a alta velocidade.

A fim de garantir um excelente desempenho durante mais tempo, a D7000 dispõe também de uma Unidade de alimentação múltipla dedicada MB-D11 (opcional) que permite a comutação contínua da fonte de alimentação com a bateria da câmara, disparo vertical, além de estabilizar o corpo quando estiver a utilizar uma teleobjectiva longa.

D-Movie Full HD com modo AF-F
A D7000 dispõe de acesso directo a um botão de filmagem para poder filmar em Full HD (1080p) com mais facilidade. O AF-F permite a focagem contínua durante a gravação de filmes, que são captados utilizando compressão MPEG4 AVC/H.264, e dispõe de uma tomada de microfone estéreo para gravação de som com qualidade. Isto significa qualidade de imagem superior e operacionalidade quando se utiliza a função D-Movie.

As funções de edição de filme incorporadas da D7000s também lhe dão a liberdade de escolher os pontos de início ou de fim dos seus filmes e de comutar para imagens seleccionadas para captar imagens fixas sem ter necessidade de um computador – permitindo-lhe editar e partilhar os seus filmes de forma rápida e fácil.

Acessórios opcionais
A Nikon está também a lançar o novo Speedlight SB-700, uma unidade de flash cheia de funcionalidades embora de fácil utilização. O SB-700 oferece vantagens de iluminação que ultrapassam largamente o flash incorporado na câmara, permitindo o controlo total da iluminação da cena ou do motivo a fim de obter belos resultados de aspecto profissional. Também novidade na gama de acessórios da Nikon é a Unidade de alimentação MB-D11, que permite a comutação contínua da alimentação e incorpora controlos para disparo vertical. A D7000 é compatível com a unidade GPS (Sistema de posicionamento global) GP-1 que regista as informações de localização no ficheiro de imagem e, é claro, a câmara suporta uma vasta variedade de objectivas NIKKOR.

Disponibilidade e preços
A Nikon D7000 estará disponível em Outubro de 2010 nos Estados Unidos a um preço aproximado de $1.199,95 para o corpo e $1.499,95 com a lente AF-S DX Zoom-NIKKOR 18-105mm f/3.5-5.6G ED VR incluída.