terça-feira, 26 de abril de 2011

JPG X RAW - PARTE 2/8 O QUE SÃO OS FORMATOS JPEG E RAW

Na primeira parte da série de artigos JPG vs RAW tivemos apenas uma breve entrada (com direito a historinha e tudo) para que vocês possam saber o que vem pela frente. Mas é agora que a brincadeira começa, vamos abordar o que são os formatos JPEG e RAW.



DEFINIÇÃO:

JPEG/JPG - Joint Photographic Experts Group

O QUE É: O formato JPG ou JPEG recebeu esse nome pelo Joint Photographic Experts Group, o nome original do comitê que desenvolveu o padrão. A rigor, JPEG não é um formato e sim uma família de algoritmos de compactação. O formato é o JFIF, para JPEG File Interchange Format e isso é o que significa popularmente ‘um arquivo JPEG’.

JPEG é um método de compressão com perda de dados. Os algoritmos são baseados na matemática “Discrete Cosine Transformation”, para descartar as partes menos significativas da imagem em termos de como ela é percebida pelo olho humano. Como o JPEG é uma compactação com perdas, haverá perda de dados a cada vez que o mesmo arquivo for editado e salvo. Os efeitos mais notáveis serão pequenos artefatos que devem aparecer na imagem.

RAW - Significa Cru

O QUE É: RAW, palavra em inglês que significa “cru” (Pronuncia-se “Ró” ), é o nome dado a imagem “bruta” sem qualquer tipo de compactação, processamento ou perda de qualidade, que fornece uma possibilidade maior de edição final. Hoje já temos algumas câmeras que tem o RAW com um certo tipo de compressão “sem perdas”, a maneira simples de saber se a sua câmera utiliza esse formato com compressão, é verificar se as imagens ficam com tamanhos (mega bytes) diferentes, quando o RAW não tem compactação alguma, todas as fotos ficam com o mesmo número de bytes, ao contrario das câmeras com compactação que geram fotos com tamanhos diferenciados.

Ele também é conhecido como o negativo digital. Cada fabricante tem um tipo de RAW, como pudemos ver na listagem mostrada no inicio deste artigo, com isso podemos dizer que na verdade ele não é um formato e sim um termo usado pelas empresas para dizer que é um arquivo fiel a imagem capturada. Este tipo de arquivo costuma ser aproximadamente de duas a cinco vezes maiores que uma imagem em JPEG.

Na terceira parte da série, vamos saber como são criadas as imagens no momento do click.

Artigo escrito a 31.03.11, na categoria JPG vs RAW, por Eduardo Guilhon

JPG X RAW - PARTE 1/8 HISTORINHA

JPG vs RAW

Historinha

Imaginem a seguinte situação. Compro uma câmera digital e como sou um bom curioso começo a manusear todas suas opções e descubro que existem inúmeras opções para salvar as minhas fotos, tais como:

  • RAW
  • RAW + JPEG Fine
  • JPEG Fine
  • JPEG Normal
  • JPEG Basic

Agora me vejo um pouco perdido e para tentar ver a diferença começo a tirar fotos com cada uma das opções e percebo que ao salvar em JPEG Basic dentro do meu cartão de 2GB é possível tirar 400 fotos e quando seleciono o modo RAW apenas 100 fotos, são 4x menos fotos do que fotografando em JPEG Basic, além disso, ao compara-las através do LCD da câmera, não chego a perceber diferenças visíveis nas fotos. Nesse caso decido transferir as fotos para o computador, quando abro o JPEG ela está lá, linda, bem colorida com um bom contraste. Quando vou ver o RAW eu não consigo visualizar a foto. Procuro na internet e descubro que posso abrir pelo Lightroom, mas quando carrego as fotos ela abre bonita e em seguida “perde as cores, contrastes, brilho etc.” Já comecei a achar complicado são muitos passos para se chegar até onde eu quero, e o JPEG já vem pronto para usar. Não penso duas vezes e começo a fotografar só em JPEG.

Infelizmente esta história que contei acima acontece com certa frequência, eu mesmo já escutei inúmeras vezes (até eu já fiz semelhante), principalmente quando a pessoa desconhece sobre o assunto, mas isso não ocorre apenas com iniciantes na fotografia, mas também com fotógrafos experientes que não se atualizam em assuntos tecnológicos e acabam não sabendo o verdadeiro motivo de escolher entre JPEG e RAW.

Nesta série de artigos pretendo explicar as diferenças entre JPEG e RAW, que atualmente são formatos de imagens utilizados pelas câmeras digitais. Quero tentar passar o máximo de informação de forma simplificada para que você possa escolher qual o melhor formato para o seu estilo, visto que às vezes nem percebemos a diferença e nem sabemos quando usa-los corretamente.

Alguns Formatos existentes:

  • JPG/JPEG
  • RAW
    • Canon (CRW, CR2)
    • Nikon (NEF)

Na continuação da série vou explicar sobre alguns itens

JPEG vs RAW

  • Definições
  • Como é Criada imagem
  • Cores e Tons
  • Dynamic Range (Faixa Dinâmica)
  • Subexposição
  • Superexposição
  • Ruído (Noise)
  • Perdas de Qualidade
  • Balanço de Branco (White Balance/WB)
  • Burst (Disparos sequenciais)
  • Compatibilidade
  • Armazenamento

Não percam a segunda parte do artigo, onde vamos falar sobre “O que são os formatos JPEG e RAW”.

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Artigo escrito a 29.03.11, na categoria JPG vs RAW, por Eduardo Guilhon

QUEM PRECISA DE UM FOTÓGRAFO?

Seria prepotência responder que todos precisam de um fotógrafo profissional, mas a verdade é que até os fotógrafos precisam dos colegas, seja para aprender (pelo erro ou acerto), para desenvolver princípios ou até mesmo para contratação. Em geral as pessoas pensam em fotógrafos para registrar cerimônias tradicionais: aniversários de 15 anos, formaturas, noivados, casamentos, e esquecem a importância desse profissional em diversas outras categorias. Partindo do princípio de um momento extremamente visual, muitas áreas necessitam obrigatoriamente de um trabalho rigoroso.

A fotografia pode ser o fator decisivo durante o processo de aquisição, capaz de evidenciar o que é necessário, com qualidade e conceito. Se ninguém ver: não existe, se for ruim: descaracteriza, denigre, se for bom: agrada, motiva. Há uma vastidão de corporações que não sabem quais são os benefícios de imagens feitas por profissionais. Trabalho bem feito é um investimento, atribui maior destaque, principalmente se estiver vinculado a outras ferramentas comunicacionais.

Em boa parte dos casos o cliente é motivado por concorrentes ou algum prestador de serviços (agências, fornecedores, criadores de sites, etc.), e não exclusivamente por vontade própria. Muitos precisam ilustrar alguma campanha ou até mesmo um catálogo e resolvem cogitar quanto custa uma produção “profissional”. Esse é o ponto, muitas empresas ainda não identificaram a necessidade de se expor profissionalmente, e não compreendem o quanto colaboraria com o fluxo de vendas ou prospecção.

Alguns pontos devem receber atenção especial:

Necessidades

Coletar dados é importante para poder expressar efetivamente a proposta do trabalho. O que deve ser aproveitado, o que ocultar, realçar, transmitir.

Valores e concorrentes

Factualmente quase todo cliente veste a blindagem do “é caro”, afinal, ele deve ter uma câmera digital, então banaliza a atividade e cita que qualquer um pode fazer isso com um valor que não cobriria nem os principais custos. Tenha o preço sempre definido, assim como as vantagens em relação aos concorrentes – qualquer um com uma câmera – e a importância da produção compatível, pós-produção e entrega. E os bancos de imagens gratuitos? São utilizados como quebra-galho, e considerados concorrentes em potencial, mas não passam de uma solução rápida e provisória. Esse tipo de fotografia já está saturado na mente do espectador, não vende produto ou serviço, costuma ser mesmo um apoio ilustrativo com pouca força de expressão. Além disso, grande parte desses acervos disponibilizam imagens para uso não comercial.

Argumentação

É indispensável ter concisão na hora de induzir o cliente a aceitar a sessão de fotos. Alguns pontos que devem ser avaliados e citados:

  • qualidade;
  • destaque em relação ao concorrente;
  • exemplos de empresas bem sucedidas com apelo à imagem;
  • coerência com o desenvolvimento conceitual da empresa/marca/produto;

Prazo e contrato

Não deixe de citar os prazos, e negociá-los previamente, seja na reunião ou até mesmo no orçamento. No contrato deve haver tudo que foi concordado durante os contatos, é a garantia para o cliente e para o prestador de serviço, é uma forma de assegurar a validade de tudo que foi combinado. Nesse ponto a resistência de alguns clientes é substanciosa, por conta da falta de hábito de atribuir a fotografia à formalidade de prazos e termos. Seja rígido para não ter nem causar problemas. Contrato tem que ser obrigatório. Uma forma de encontrar um profissional é por indicação. Para fazer parte da lista deve existir uma conexão com representantes do mercado em interesse. Outro meio é a internet, já parece uma tarefa fácil se jogar nesse mar de informações, mas ao digitar no Google “fotógrafo São Paulo” há aproximadamente 23.400.000 resultados em 0,15 segundos. Refinar a busca também gera inúmeras páginas, mas se destacam os que investem em instrumentos digitais para aprimorar a relevância do que está sendo oferecido. Independente da maneira utilizada lembre-se sempre de expor o portfólio harmonicamente, categorize, facilite a navegação, favoreça as buscas, apresente o estúdio, os métodos e os clientes. O que faz? Foto publicitária? Still de joia? Foto de fachada? Fotojornalismo? Quem faz tudo raramente tem um trabalho satisfatório em todas as áreas, a escolha deve ser determinada e traçada coerentemente na apresentação.

Vale salientar que imagens tem o poder de vincular beleza, vender ideias, ressaltar propósitos, mas também tem estruturalmente a mesma força para destruir tudo isso, então como reprodutor desse serviço, seja responsável, aceite o desafio se estiver apto. Não é a sua área? Indique um profissional experiente e confiável.

A fotografia em conjunto com outros métodos de marketing e promoção é uma eficiente vendedora, cria o elo memorável entre o que está exposto e a ideia principal. Inclusive agora com a internet: compras virtuais, produtos reais, conceitos fundamentais. Nada melhor do que uma imagem fiel para representar adequadamente tudo que está contido em cada item. Como complemento, leia o artigo de Armando Vernaglia Jr., que relaciona 5 razões para investir em fotografias de alta qualidade.

Esta geração pode ser tecnologicamente autossuficiente, mas fotograficamente ainda não é. Qualquer um pode ter uma câmera, e todos esses são capazes de fotografar, mas estudo, técnica, aptidão, experiência, visão, feeling, etc., é um combo de sinônimos que não estão contidos no disparador, e cabe aos profissionais se especializarem cada vez mais, e aos clientes suprirem essa falha que ainda ocorre com frequência e profissionalizar a produção do conteúdo visual o quanto antes.

Artigo escrito a 13.04.11, na categoria Artigos de opinião, por Mariana Simon

QUEM PRECISA DE UM FOTOGRAFO?

Seria prepotência responder que todos precisam de um fotógrafo profissional, mas a verdade é que até os fotógrafos precisam dos colegas, seja para aprender (pelo erro ou acerto), para desenvolver princípios ou até mesmo para contratação. Em geral as pessoas pensam em fotógrafos para registrar cerimônias tradicionais: aniversários de 15 anos, formaturas, noivados, casamentos, e esquecem a importância desse profissional em diversas outras categorias. Partindo do princípio de um momento extremamente visual, muitas áreas necessitam obrigatoriamente de um trabalho rigoroso.

A fotografia pode ser o fator decisivo durante o processo de aquisição, capaz de evidenciar o que é necessário, com qualidade e conceito. Se ninguém ver: não existe, se for ruim: descaracteriza, denigre, se for bom: agrada, motiva. Há uma vastidão de corporações que não sabem quais são os benefícios de imagens feitas por profissionais. Trabalho bem feito é um investimento, atribui maior destaque, principalmente se estiver vinculado a outras ferramentas comunicacionais.

Em boa parte dos casos o cliente é motivado por concorrentes ou algum prestador de serviços (agências, fornecedores, criadores de sites, etc.), e não exclusivamente por vontade própria. Muitos precisam ilustrar alguma campanha ou até mesmo um catálogo e resolvem cogitar quanto custa uma produção “profissional”. Esse é o ponto, muitas empresas ainda não identificaram a necessidade de se expor profissionalmente, e não compreendem o quanto colaboraria com o fluxo de vendas ou prospecção.

Alguns pontos devem receber atenção especial:

Necessidades

Coletar dados é importante para poder expressar efetivamente a proposta do trabalho. O que deve ser aproveitado, o que ocultar, realçar, transmitir.

Valores e concorrentes

Factualmente quase todo cliente veste a blindagem do “é caro”, afinal, ele deve ter uma câmera digital, então banaliza a atividade e cita que qualquer um pode fazer isso com um valor que não cobriria nem os principais custos. Tenha o preço sempre definido, assim como as vantagens em relação aos concorrentes – qualquer um com uma câmera – e a importância da produção compatível, pós-produção e entrega. E os bancos de imagens gratuitos? São utilizados como quebra-galho, e considerados concorrentes em potencial, mas não passam de uma solução rápida e provisória. Esse tipo de fotografia já está saturado na mente do espectador, não vende produto ou serviço, costuma ser mesmo um apoio ilustrativo com pouca força de expressão. Além disso, grande parte desses acervos disponibilizam imagens para uso não comercial.

Argumentação

É indispensável ter concisão na hora de induzir o cliente a aceitar a sessão de fotos. Alguns pontos que devem ser avaliados e citados:

  • qualidade;
  • destaque em relação ao concorrente;
  • exemplos de empresas bem sucedidas com apelo à imagem;
  • coerência com o desenvolvimento conceitual da empresa/marca/produto;

Prazo e contrato

Não deixe de citar os prazos, e negociá-los previamente, seja na reunião ou até mesmo no orçamento. No contrato deve haver tudo que foi concordado durante os contatos, é a garantia para o cliente e para o prestador de serviço, é uma forma de assegurar a validade de tudo que foi combinado. Nesse ponto a resistência de alguns clientes é substanciosa, por conta da falta de hábito de atribuir a fotografia à formalidade de prazos e termos. Seja rígido para não ter nem causar problemas. Contrato tem que ser obrigatório. Uma forma de encontrar um profissional é por indicação. Para fazer parte da lista deve existir uma conexão com representantes do mercado em interesse. Outro meio é a internet, já parece uma tarefa fácil se jogar nesse mar de informações, mas ao digitar no Google “fotógrafo São Paulo” há aproximadamente 23.400.000 resultados em 0,15 segundos. Refinar a busca também gera inúmeras páginas, mas se destacam os que investem em instrumentos digitais para aprimorar a relevância do que está sendo oferecido. Independente da maneira utilizada lembre-se sempre de expor o portfólio harmonicamente, categorize, facilite a navegação, favoreça as buscas, apresente o estúdio, os métodos e os clientes. O que faz? Foto publicitária? Still de joia? Foto de fachada? Fotojornalismo? Quem faz tudo raramente tem um trabalho satisfatório em todas as áreas, a escolha deve ser determinada e traçada coerentemente na apresentação.

Vale salientar que imagens tem o poder de vincular beleza, vender ideias, ressaltar propósitos, mas também tem estruturalmente a mesma força para destruir tudo isso, então como reprodutor desse serviço, seja responsável, aceite o desafio se estiver apto. Não é a sua área? Indique um profissional experiente e confiável.

A fotografia em conjunto com outros métodos de marketing e promoção é uma eficiente vendedora, cria o elo memorável entre o que está exposto e a ideia principal. Inclusive agora com a internet: compras virtuais, produtos reais, conceitos fundamentais. Nada melhor do que uma imagem fiel para representar adequadamente tudo que está contido em cada item. Como complemento, leia o artigo de Armando Vernaglia Jr., que relaciona 5 razões para investir em fotografias de alta qualidade.

Esta geração pode ser tecnologicamente autossuficiente, mas fotograficamente ainda não é. Qualquer um pode ter uma câmera, e todos esses são capazes de fotografar, mas estudo, técnica, aptidão, experiência, visão, feeling, etc., é um combo de sinônimos que não estão contidos no disparador, e cabe aos profissionais se especializarem cada vez mais, e aos clientes suprirem essa falha que ainda ocorre com frequência e profissionalizar a produção do conteúdo visual o quanto antes.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A nova Nikon D5100: Dê asas a sua critividade...

A Nikon introduz uma nova D-SLR à sua gama, a D5100, que inclui funcionalidades que tornam a fotografia e a filmagem em Full HD mais interessantes do que nunca. A D5100 proporcionará uma nova perspectiva criativa graças ao respectivo ecrã multiangular melhorado, modo de efeitos especiais e filmagem Full HD (1080p). Jordi Brinkman, Gestor de produtos da Nikon Europe, afirma: “A D5100 é uma câmara excelente que permite exprimir o seu lado artístico através de imagens e filmes impressionantes. Pode disparar com efeitos criativos e ângulos únicos, tudo ao nível da qualidade de imagem superior observada na D7000!”


Ângulos de visualização únicos

Como sucessora da popular Nikon D5000, a D5100 apresenta um ecrã LCD multiangular melhorado. O ecrã agora abre horizontalmente para maior manobrabilidade, mesmo com a utilização de um tripé. Esta liberdade de movimento acrescenta uma criatividade sem igual com a utilização da Visualização em directo, permitindo o disparo a partir de virtualmente qualquer ângulo. Pode também visualizar fotografias e filmes mais detalhadamente no monitor de ângulo de visualização alargado de alta resolução de 7,5 cm (3 pol.) (aproximadamente 921.000 pontos). A função de Visualização em directo é uma forma simples e intuitiva de tirar fotografias e com o botão dedicado da D5100 é ainda mais fácil de operar. Ao utilizar o modo Automático não tem de se preocupar com a cena que está a fotografar, porque o Selector de cenas automático escolhe as definições mais adequadas para obter a melhor imagem.

Inspire a sua criatividade

A D5100 tem um modo de efeitos especiais recentemente introduzido que permite obter fotografias e filmes em Full HD (1080p) extraordinariamente únicos. O conjunto de sete efeitos inclui cor selectiva, onde pode seleccionar até três cores para a fotografia ou filme enquanto as outras áreas são monocromáticas, e o efeito de miniatura, que faz uma imagem parecer uma vista em escala de miniatura. Pode seleccionar qual o efeito especial a utilizar, directamente acessível através do disco de modos na parte superior da câmara.


Filmagens HD surpreendentes

A Nikon D5100 facilita mudar entre fotografia e filmagem já que o botão D-Movie está localizado junto ao disparo do obturador. Esta posição proporciona um controlo mais estável da câmara no início e no fim da filmagem ou quando muda entre fotografia e filmagem. Pode gravar toda a acção em Full HD (1080p) até 30fps, pode escolher entre a variada e exclusiva gama de efeitos especiais e a AF-F garantirá a focagem constante do motivo. Quando terminar, pode utilizar as funções de edição de filmagem incluídas na câmara e pode efectuar a visualização num televisor HD através de conectividade HDMI. Com a D5100 a Nikon apresenta também um microfone estéreo opcional, o ME-1. Concebido especificamente para D-SLRs, permite gravar filmagens em som estéreo de elevada qualidade sem ruído AF.

Qualidade de imagem superior

A D5100 permite obter uma qualidade de imagem superior, mesmo em condições de iluminação reduzida, com funcionalidades herdadas da D7000. O sensor CMOS em formato DX de 16,2 megapixels proporciona cores ricas e detalhes precisos para fotografias e filmes, enquanto o poderoso motor de processamento de imagem, EXPEED 2, maximiza o desempenho do sensor para proporcionar uma qualidade excepcional. Além disto, a D5100 tem um intervalo de sensibilidade expandido para ajudar ainda mais a capturar imagens brilhantes em condições de iluminação difíceis – a sensibilidade ISO varia de 100 a 6400 e pode ser elevada até 25600 ISO a Hi 2, para imagens de baixo ruído que não perdem os detalhes. Para além disso, há uma grande variedade de objectivas NIKKOR que contribuem para a qualidade de imagem impressionante da D5100. A nova função de HDR (Alta gama dinâmica) e o D-Lighting activo da Nikon preservam os detalhes quando há contrastes extremos na iluminação. A função de HDR tira duas fotografias com variação da exposição com um único disparo, que se combinam para produzir uma única imagem com uma distância dinâmica mais alargada.


Sistema de focagem automática extremamente preciso de 11 pontos

O sistema de AF de 11-pontos proporciona uma cobertura de focagem automática rápida e precisa em todo o enquadramento.Quatro modos de área de AF, incluindo o AF de seguimento 3D que mantêm o motivo principal focado mesmo que o enquadramento mude rapidamente em cenas de acção. Isto pode ser combinado com o disparo contínuo até 4 fps para captar motivos em movimento rápido.

domingo, 27 de março de 2011

Invista em você

O novo ano no Brasil tem uma tradição: começa logo após o carnaval! Mas ainda há tempo para pôr em prática aqueles planos e promessas que sempre fazemos ao começar um novo ano. Talvez seus planos sejam montar seu próprio negócio, aprender uma nova profissão, fazer um bom curso de fotografia ou investir na sua educação.

As escolas de fotografia oferecem a você a possibilidade de realizar seu sonho. O advento da fotografia digital tem ampliado a demanda da fotografia, com a internet, fotos livros, banners e pôsteres e tudo mais o que você possa imaginar. A boa fotografia ainda é a melhor ferramenta de marketing, ajuda a vender mais. Os programas da maioria das escolas e cursos possibilitam aos interessados iniciarem no mundo da fotografia dispondo de duas excelentes vantagens com relação ao horário e forma de pagamento. Com flexibilidade de dias e horários durante os dias de semana e também aos finais de semana, os interessados encontram facilidade para conciliar o trabalho do dia-a-dia com o curso, além da possibilidade de pagá-lo mensalmente. Não devemos nos esquecer também dos cursos a distancia EAD, muito procurado por aqueles que se encontram geograficamente longe das escolas de fotografia ou mesmo de brasileiros residentes no exterior

O ano de 2011 traz novas promessas nas áreas da tecnologia de difusão da imagem e abertura de novos mercados. Estamos entrando agora em uma fase agradável, onde a onda de chuvas começa a diminuir, o carnaval está passando e nada melhor que aproveitar todas essas vantagens que a escola oferece para investir em você.

Os cursos profissionalizantes de fotografia possibilitam seu ingresso no mercado de trabalho entre 4 meses a 3 anos, dependendo da programação e didática de cada escola. A experiência nos mostra que nem sempre o bom aluno, efetivamente se torna um bom profissional. Verifique se os cursos oferecidos proporcionam esta capacitação.

Quando iniciamos nossos trabalhos, em 1975, a escola Focus era a única escola de capacitação técnica em fotografia no Brasil. Trouxemos nossa experiência através dos cursos que desenvolvíamos junto ao SESC/SENAC. Lá, começamos nos anos 60, época do milagre econômico, a cada ano eram lançadas novas câmeras, novos flashes, novos filmes, etc. Tínhamos que instruir os balconistas da noite para o dia. Muitos fotógrafos profissionais aprendiam nos balcões da Fotóptica e Cinótica, dois únicos estabelecimentos em São Paulo, especializados em fotografia profissional ou ainda na Fomar, no Rio de Janeiro.

Mas, muitos ainda me perguntam: “Não vale mais a pena investir em outra coisa”?

De acordo com a pesquisa da Fundação Dom Cabral, 67% das 76 maiores empresas do Brasil têm dificuldades para preencher vagas. A principal razão: escassez de mão-de-obra especializada e de profissionais com pós-graduação.

Em pesquisa realizada recentemente pela Manpower, quase dois terços dos empregadores brasileiros afirmaram encontrar dificuldades para selecionar profissionais qualificados e preencher cargos disponíveis.

Para medir a carência de mão-de-obra qualificada no Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) deverá fazer um censo dos profissionais da área tecnológica em todo o país ainda em 2011. O Governo é consciente que o progresso do país depende, em grande escala, da formação continuada dos trabalhadores, além dos investimentos maciços por parte das empresas e da melhoria das condições de infra estrutura.

Do crescimento, emerge uma importante constatação: o país apresenta uma taxa de desemprego abaixo da dos países ricos e, pelo menos nas áreas metropolitanas, abaixo da média mundial, mas não há mão-de-obra qualificada para preencher as vagas.

E quando há mão de obra qualificada, não há remuneração a sua altura. Resumindo: Ou você possui seleto relacionamento social que possa indicá-lo a pessoas certas ou acabará sendo mão de obra quarterizada.

Com certeza há duas grandes profissões com grande aceitação internacional. Você poderá começar a trabalhar imediatamente em qualquer um dos quatro cantos do planeta! Especialista em Ti ou fotógrafo. No Brasil, os profissionais de Ti mais valorizados são os jovens, que a partir do 40 anos já são descartados. Por outro lado, o publico prefere contratar fotógrafos acima dos 40 anos, acreditando que este perfil de profissional é mais experiente, que terá a solução exata para a sua imagem ou imagem de sua empresa.

Quando a Focus começou, há 36 anos atrás, éramos a única escola de ensino profissionalizante daquela época. A elite paulistana vigente entendia a fotografia “como uma diversão interessante e cara”! Hoje, apenas em São Paulo, são mais de 100 escolas e cursos. Para todos os gostos e bolsos.

Quando for escolher um curso, veja a localização da escola. Está perto da sua casa e do seu emprego? Os professores são profissionais especializados? São pós graduados em fotografia? Converse com alunos que já estudaram lá. Veja se o site destas escolas tem galerias de fotografia. Veja também se os sites apresentam opinião de ex-alunos e sites de alunos formados pela escola. Esta referência é muito importante, para que você possa detectar qual o padrão dos profissionais que a escola em questão está formando para o mercado de trabalho.

Outra fonte de pesquisa referencial pode ser o Flickr da escola onde você pretende estudar. Lá, geralmente a escola sempre posta as melhores imagens feitas por alunos. Outra forma de pesquisa, pode ser o site da escola que lhe chamou a atenção e depois confira os trabalhos dos seus alunos.

Por fim, uma coisa muito interessante! O bom aluno, nem sempre poderá ser o melhor profissional. Veja se a escola ou curso pretendido colocam o aluno a prova e se depois oferecem a opção de encaminhá-los ao mercado de trabalho.

O aluno deve ter experiência prática, não ter medo de fotografar, seja modelos em estúdio, casamentos ou mesmo fotojornalismo. É a sua destreza, rapidez na tomada de decisões e domínio técnico que irão fazer a diferença.

Pense nisso e matricule-se agora na escola de sua preferência.

Termos Básicos da Fotografia

Alguns termos básicos da Fotografia podem parecer específicos e difíceis para os amadores quando estão lendo sobre fotografia ou pesquisando câmeras, mas aqui você vai encontrar os principais pontos de interesse nesse mundo fotográfico.

Megapixel: quanto mais megapixels uma câmara tiver, mais detalhe obterá e mais conseguirá ampliar a imagem com maior qualidade.

ISO: o ISO é uma função fundamental para se fotografar em ambientes com pouca luz e sem o uso do flash. Porém, quanto mais alto colocamos o ISO, menor a qualidade da imagem, pois, devido à claridade gerada, a imagem fica com os famosos ruídos.

LCD: usamos o Live View para fazer composições usando a tela de LCD ao invés do visor da câmera (View Finder).

Autolimpeza: os sistemas de autolimpeza são essenciais, eles controlam e eliminam pequenos vestígios de pó/poeira que se acumulam no interior da câmera.

Estabilizador da imagem: a tecnologia permite que as fotos fiquem desfocadas e ameniza àquela impressão de ‘imagem borrada’. Podemos encontrar dois tipos de estabilizador: o da própria câmera e o da lente.

Autofocus: é um sistema com determinados pontos focais prontos para que, em um momento de pressa, você não precise ajustá-lo manualmente. O número de pontos focais pode variar de acordo com o modelo da câmera.

Faixa dinâmica (alcance dinâmico): como uma câmara não consegue captar os detalhes de uma cena – com um grande contraste – da mesma forma que um olho humano, quanto mais alta a faixa dinâmica (HDR), maior a possibilidade de obter um bom contraste. Uma alta faixa dinâmica capta mais contraste do que uma exposição única, combinando os melhores detalhes de altas luzes de uma foto e o melhor detalhe da sombra.

Fator Crop: antes mesmo da quantidade de megapixels, o sensor é uma das prioridades na hora de escolher uma câmera. A imagem que vemos no visor é apenas 95% da fotografia total, é o sensor que define a qualidade da imagem final. Câmeras com sensores de 35/36mm são chamadas de ‘Full Frame’ e equivalentes às analógicas de filme. As câmeras que tiverem um valor abaixo deste, apresentarão o que chamamos de “fator de corte”, o que significa que apenas uma parte da imagem que passa pela lente é capturada.

Disparo contínuo (Continuous Mode): o, também conhecido como, ‘Continuous Mode’ é um drive de velocidade que permite tirarmos diversas fotos em um disparo contínuo. O número de frames por segundo (fps) varia de acordo com o sistema de cada câmera.

JPG e RAW: o formato JPG é, digamos, o mais fácil de usar, As fotos ficam leves, o que permite uma maior quantidade de fotografias armazenadas e facilita na visualização e no envio das mesmas. O formato RAW é mais comum entre os profissionais da área que necessitam de uma maior qualidade para trabalharem na pós-produção (como, por exemplo, tratamentos de imagem).

Formato: hoje em dia o formato mais comum é o de 16:9, mas existem formatos preferíveis para cada tipo de fotografia.

Artigo escrito a 25.03.11, na categoria Dicas e Técnicas, por Adriana Cecchi
Alguns termos básicos da Fotografia podem parecer específicos e difíceis para os amadores quando estão lendo sobre fotografia ou pesquisando câmeras, mas aqui você vai encontrar os principais pontos de interesse nesse mundo fotográfico.

Megapixel: quanto mais megapixels uma câmara tiver, mais detalhe obterá e mais conseguirá ampliar a imagem com maior qualidade.

ISO: o ISO é uma função fundamental para se fotografar em ambientes com pouca luz e sem o uso do flash. Porém, quanto mais alto colocamos o ISO, menor a qualidade da imagem, pois, devido à claridade gerada, a imagem fica com os famosos ruídos.

LCD: usamos o Live View para fazer composições usando a tela de LCD ao invés do visor da câmera (View Finder).

Autolimpeza: os sistemas de autolimpeza são essenciais, eles controlam e eliminam pequenos vestígios de pó/poeira que se acumulam no interior da câmera.

Estabilizador da imagem: a tecnologia permite que as fotos fiquem desfocadas e ameniza àquela impressão de ‘imagem borrada’. Podemos encontrar dois tipos de estabilizador: o da própria câmera e o da lente.

Autofocus: é um sistema com determinados pontos focais prontos para que, em um momento de pressa, você não precise ajustá-lo manualmente. O número de pontos focais pode variar de acordo com o modelo da câmera.

Faixa dinâmica (alcance dinâmico): como uma câmara não consegue captar os detalhes de uma cena – com um grande contraste – da mesma forma que um olho humano, quanto mais alta a faixa dinâmica (HDR), maior a possibilidade de obter um bom contraste. Uma alta faixa dinâmica capta mais contraste do que uma exposição única, combinando os melhores detalhes de altas luzes de uma foto e o melhor detalhe da sombra.

Fator Crop: antes mesmo da quantidade de megapixels, o sensor é uma das prioridades na hora de escolher uma câmera. A imagem que vemos no visor é apenas 95% da fotografia total, é o sensor que define a qualidade da imagem final. Câmeras com sensores de 35/36mm são chamadas de ‘Full Frame’ e equivalentes às analógicas de filme. As câmeras que tiverem um valor abaixo deste, apresentarão o que chamamos de “fator de corte”, o que significa que apenas uma parte da imagem que passa pela lente é capturada.

Disparo contínuo (Continuous Mode): o, também conhecido como, ‘Continuous Mode’ é um drive de velocidade que permite tirarmos diversas fotos em um disparo contínuo. O número de frames por segundo (fps) varia de acordo com o sistema de cada câmera.

JPG e RAW: o formato JPG é, digamos, o mais fácil de usar, As fotos ficam leves, o que permite uma maior quantidade de fotografias armazenadas e facilita na visualização e no envio das mesmas. O formato RAW é mais comum entre os profissionais da área que necessitam de uma maior qualidade para trabalharem na pós-produção (como, por exemplo, tratamentos de imagem).

Formato: hoje em dia o formato mais comum é o de 16:9, mas existem formatos preferíveis para cada tipo de fotografia.

Artigo escrito a 25.03.11, na categoria Dicas e Técnicas, por Adriana Cecchi do blog Fotografia DG

sábado, 5 de março de 2011

Diploma para Fotográfo

Acerca da polemica, "precisa ou não de diploma para fotografo", volto ao assunto, pois saiu uma publicação na revista FOTOGRAFE MELHOR, ano 15 nº 174 de Março de 2011, pagina 07, o texto enviado por José Itamar de Terezina (PI), que vou reproduzir na integra.
"De tempos em tempos, surge um deputado ou um senador querendo trazer ordem para a profissão de fotografo. São projetos e normas que visam regulamentar o exercício da profissão no Brasil, querendo exigir uma qualificação superior, para que o indivíduo possa ostentar o título de fotógrafo. Alguns encontram pontos positivos nessa prerrogativa, mas outros enxergam mais o lado negativo. Embora existam faculdades de fotografia espalhadas pelo Brasil, creio que 90% dos que trabalham com fotografia não possuem formação superior. E mesmo assim temos ótimos profissionais atuando. Ou seja, esse tipo de regulamentação não é necessária para o bom desenvolvimento da atividade. A mais nova tentativa vem do Projeto de Lei 5187/09 apresentado pelo deputado federal Severiano Alves (PMDB-BA). Aprovado pela comissão de trabalho, Administração e Serviço Publico, a relatora, deputada Manuela D'Ávila (PC do B-RS), adicionou ao texto do projeto uma emenda em que aponta a necessidade de pagamento de insalubridade para fotográfos contratados, porque "a atividade é exercida em contato com elementos que podem vir a prejudicar a saúde do trabalhador". Valeu, deputada. Pena a senhora estar atrasada uns 40 anos em sua preocupação. O projeto agora segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Segundo o colega Ivan de Almeida, o ato é inconstitucional e não deve ser aprovado pelo Poder Executivo. Os motivos são simples: 1- A iniciativa de leis regulamentando o trabalho não pode ser do Legislativo; é prerrogativa do Executivo encaminha-las ao Congresso se achar oportuno. Então, lei originada no Legislativo tem vício de iniciativa, e esse vício é de natureza constitucional; 2- O art. 5 da Constituição determina haver liberdade de ofício ou profissão. Esta é a regra. Deve ser entendida como: "profissões cujo o exercício não coloque em risco a segurança, saúde ou patromônio de terceiros não são objeto de restrição ao seu exercício". A restrição ao exercício de uma profissão, no sentido de requerer curso superior, é exceção, e não regra, e são poucos os casos onde isto é aplicável. Evidentemente não se aplica a fotografia".

Ao que parece é um assunto que será muito discutido, até se chegar a um concenso. Em minha opinião pessoal, acredito que para algumas areas da fotografia a formação superior, poderia ser de alguma importancia, mas como arte a fotografia tem um carater subjetivo, onde a sensibilidade da cada fotografo(a) esta inserida em sua formação pessoal, seus preceitos, suas crenças, enfim algo muito pessoal, onde o conhecimento técnico vem apenas complementar o resultado de seu trabalho.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tilt-Shit

O efeito óptico de miniatura criado com uma objetiva tradicional é conhecido como tilt-shift. Porém, que tal poupar o custo de uma nova objetiva imitando esse efeito no Photoshop? Cenas surreais de miniatura podem ser criadas facilmente no programa e é possível obter resultados incríveis com fotos que você provavelmente tem em casa.
A imagem inicial é a parte mais importante na criação deste efeito. É preciso trabalhar com um bom ângulo – as vistas aéreas são as melhores, mas não são simples de conseguir habitualmente. Um ângulo leve também funcionará bem. O espectador precisa estar olhando para dentro da cena para acreditar nela; quanto mais alto o ponto de vista, melhor.
Acabei de produzir estas fotos, como minha primeira experiencia ainda precisa ser aprimorada, mas com o treinamento e as fotos adequadas sei que a precisão será alcançada.
Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima

Foto:Renato Lima